Música na web para prática de Yoga

Para ouvir na prática de YogaSeguindo a ideia para “dicas para ouvir na prática de Yoga”, trazemos mais duas excelentes opções para acesso de sonoridades que podem servir de trilha para esse momento especial.

Buscando novas opções disponíveis na web, esbarramos com dois bons exemplos de ferramentas que abrem um “sem limite” de possibilidades para escutarmos música dedicada ao relaxamento e espiritualidade.

 

Dê play e descubra boas e novas sonoridades:

Sandro Shankara sutra_realsentidoSandro Shankara – formado em Musicoterapia, trabalha com música indiana e fala sobre mitologia hindu. Aqui mostramos o link para o perfil dele no SoundCloud onde disponibiliza suas inúmeras composições, todas perfeitas para meditação e realização das posturas de Yoga.

Visite: https://soundcloud.com/sandro-shankara/

 

lastfmLastFm – trata-se de outra rede social dedicada a sons. Você pode acessá-la e usá-la como uma rádio, pois você pode ouvir gratuitamente, mas sem fazer download. Mais recentemente, a ferramenta começou a disponibilizar parte de seu conteúdo para compra (formato digital ou físico).

No link abaixo você acessa a pesquisa com a tag “Yoga”. O cardápio é vasto… vale experimentar e curtir o que vem por aí.

Visite: http://www.lastfm.com.br/tag/yoga

 

Namastê.

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Dicas para Yoga em casa

Yoga em casa - capaSe você já faz aulas de Yoga, saiba que ela pode acompanhar você onde for. O ideal é ajustar uma continuidade (se possível diária) da prática fora do ambiente de academias e estúdios. Isso poderá trazer mais evolução para cada postura e melhorar a sensação de bem estar do corpo e mente.

Busque junto ao seu professor (orientador) de Yoga como acrescentar esse complemento de exercícios e meditação ao ritmo das aulas que você já faz normalmente. Com ciclos básicos e de curta duração você pode encaixar um tempo na sua rotina diária para melhorar alongamento e equilíbrio. Comece com o básico (“Saudação ao Sol” por exemplo), algo que esteja alinhado com o que já sabe fazer.

Lembre-se: a ideia é complementar suas aulas, então não se apresse e nem tente posturas complexas que exigem a supervisão de um professor

Com alguns ajustes você pode achar um espaço para sua prática em casa

Com alguns ajustes você pode achar um espaço para sua prática em casa

Então vamos lá, afaste móveis e reserve um espaço para dedicar atenção a você e seu corpo. Veja as dez dicas para garantir que esses momentos ganhem espaço na sua agenda:

1- Não tenha expectativas – a maioria das vezes não conseguimos iniciar uma prática em casa pois a idealizamos demais. Imaginamos que devemos praticar por 1 hora para obtermos resultados, executar com perfeição as técnicas ou repetir exatamente a aula que aprendemos com instrutores. Devemos iniciar com o tempo que for possível e com as técnicas que dominamos, sejam “básicas” ou “avançadas”. Yoga é um caminho, é dia após dia.

2- Proponha-se a Meditar – reserve um tempo para se distanciar do mental viciado, compulsivo por pensamentos e condicionado. Busque uma pausa para afastar-se do furacão que nos mantem adormecidos. Comece nem que seja com 1 minuto ao dia. Após alguns dias, passe para 5 minutos e vá aumentando conforme você sinta que será possível manter. Determine local e hora do dia. Crie um ritual para tal.

3- Defina melhor horário e tempo real disponível – período/ horário do dia, quantas vezes por semana, dias da semana e tempo disponível pra prática. Mas seja flexível, pois nem sempre é possível manter a mesma rotina. Prepare-se para outras possibilidades como viagens, compromissos inadiáveis, etc.

4- Escolha um espaço – um canto da casa, mesmo aquele que você tenha que arrastar um móvel para abrir um espaço suficiente para um mat, mas que seja sempre o mesmo, facilita para ter disciplina.

5- É interessante adquirir um mat  além de amortecer seu corpo contra o  solo, funciona como um ambiente móvel para praticar em parques, viagens, praia.

6- Inicie com asanas mais simples – Ajuda a dominar a técnica de forma gradual e garante o avanço sem risco de causar lesões ou mesmo desanimo pela deficiência em execuções mais complexas.

7- Tenha sequências da prática pronta e treine por algumas semanas antes de iniciar nova sequência.

8- Determine um tempo para cada Asana.

9- Pense em praticar um tipo de pranayama especifico por mês – sinta os efeitos, interiorize a técnica e perceba qual pranayama você prefere.

10- É melhor uma prática simples mas que seja constante– constância é fundamental para trilhar o caminho do Yoga (uma filosofia de vida prática não se avança somente com teorias).

Namastê.

Um bom investimento pode ser dois "tatames" (1m x 1m)

Um bom investimento: dois “tatames” (1m x 1m)

 

Dicas de Jakeline Mejorado – site Yoga na prática

Para ouvir na prática de Yoga – Vol 1

O uso de música durante a prática de Yoga gera inúmeras opiniões.
Muitos alegam que ela pode dispersar atenção e prejudicar o foco. Outros apontam como uma boa solução para eliminar as distrações externas ao seu momento.

A música pode ser utilizada como uma conexão entre a prática e seu eu interior. Mostra uma cadência e associa ciclos que ajustam a respiração, o que desperta a nossa percepção sutil. Funciona como um instrumento que conecta corpo, mente e espírito.

Muitos alunos descrevem uma situação mais confortante e motivadora quando realizam aulas (ou em casa) com música. Assim, trazemos uma dica para ouvir na prática de Yoga. Uma playlist com 53 minutos de músicas inspiradoras. Perfeitas para sua prática individual ou com família e amigos.

Dê play no link abaixo e inspire-se. Namastê.

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Postura, Posição ou Pose

Postura pose posição - capa

A leitura contínua que fazemos de nós mesmos, são parâmetros que guiam o movimento: a postura.

Você se dirige à saída da sala, mas há um grupo de pessoas no caminho. A maneira como você encara o problema produz uma experiência emocional que dispara sinais para a periferia do corpo (músculos, coração, vasos sanguíneos, glândulas adrenais e supodoríparas), iniciando respostas individuais que irão interferir sobre o modo de execução do movimento.

Por outro lado, a experiência da emoção só ocorre após certas mudanças fisiológicas terem tomado conta do corpo. O que sentimos deve-se à nossa interpretação sobre alterações na pressão arterial, freqüência respiratória e concentração de certos hormônios no sangue, por exemplo.

Eric Kandel - Nobel de Medicina

Eric Kandel – Nobel de Medicina

“É precisamente a experiência cognitiva da emoção (sentido atribuído por nós aos sinais do corpo) e não a emoção em si (como o aumento da concentração de adrenalina no sangue), que desencadeia muitas das respostas musculoesqueléticas levadas a cabo por nós”

Situada entre sujeito e objeto, apreciando continua e sistematicamente as alterações do corpo, a consciência torna inteligível os sinais eletroquímicos provenientes da periferia e provoca respostas condizentes aos estímulos recebidos.  Surgem desta leitura contínua que fazemos de nós mesmos, os parâmetros que guiam o movimento: a postura.

Não é difícil observar o quanto a postura de uma pessoa cheia de energia e bem-estar difere daquela assumida pelo indivíduo deprimido. A partir daqui, desenha-se claramente a possibilidade de que mudanças posturais, desencadeadas por exercícios físicos, influenciem determinantemente instâncias cognitivas e emocionais do indivíduo, promovendo mudanças significativas em seu modo de ser e estar no mundo.

Postura pose posição - diferenças

Entendendo as diferenças

Posição – pressupõe uma ação que virá logo a seguir de sua execução. Estamos preparados esperando que algo aconteça.

Ex: estamos numa posição quando estamos preparados para uma ação: posição de largada, posição de ataque, posição de defesa, posição de recepção.

Se você estiver num asana, imaginando que vai sentir isso ou aquilo, não está numa postura, está numa posição. Se você estiver sentado para uma prática meditativa e esperar que algo sobrenatural aconteça, estará perdendo seu tempo, por que essa expectativa já é um atrapalhador para aquietar sua mente.

Pose – pressupõe uma demonstração corporal de algo que gostaria que os outros interpretassem. Estou dependendo da apreciação do outro para obter sucesso. Nos dicionários, a palavra pose passa pelos conceitos de “artificialidade, fingimento, simulação”.

Postura – é a atitude que tomamos para realizar uma ação com o menor esforço possível. A ação da  postura (asana) está simplesmente na sua execução, não estamos esperando acontecer nada nem queremos impressionar ninguém. Treinamos estabilidade com o relaxamento do esforço. Estabilidade é imobilidade que é sinônimo de inatividade.

A atividade que está por trás da imobilidade é o que chamamos de yoga. Com o tempo, o praticante diminui cada vez mais o esforço no asana, e é por isso que consegue aumentar o tempo de permanência.

Treinar um asana não significa mantê-lo, mas sim senti-lo. Treinamos a consciência da imobilidade, portanto, não basta não se mexer, temos de sentir que não nos mexemos, mais do que isso, é não sequer ter a intenção de se mexer.

A diferença entre pose, postura ou posição é apenas interna, só você sabe o que está praticando.

 

Postura: Adho Mukha

Postura: Adho Mukha

Fontes: Estudio de Yoga & Pilates / Yoga na Móoca

 

Onde esconderam os pesos?

“Eu sempre levanto o meu corpo”

“Eu sempre levanto o meu corpo”

Quando você ouve a palavra “musculação” logo vem à mente a imagem de numerosas repetições de contração muscular com pesos e anilhas. Mas se você já sentiu dor nos braços, pernas ou abdomem após uma boa aula de Yoga, pode ter se questionado onde estavam escondidos os pesos?

Especialistas recomendam que alguma forma de musculação deva ser feita ao menos duas vezes por semana, mantendo um metabolismo eficiente. O trabalho com sobrepeso é indicado para conter a perda de tecido ósseo, prevenindo um sem-número de doenças degenerativas.

O yogue norte-americano Rodney Yee costuma dizer que levanta pesos com frequência: “Eu sempre levanto o meu corpo”, diz ele. Quando você realiza posturas de Yoga, explica Yee, você coloca seu corpo em determinadas posições onde sua força deve ser mobilizada para sustentar o seu peso.

Como muitos yoguis, Yee não gosta de encarar o Yoga como uma forma de esculpir o corpo. Os praticantes devem entender o Yoga como uma forma de pensar e agir com disciplina, comprometimento e foco, o que difere basicamente das preocupações com a aparência e estética.

Ainda assim, quando você pratica Yoga, pode se questionar de onde vai sair tanta força para manter-se em determinadas posturas por tanto tempo e até pensar no trabalho com pesos como uma forma de auxiliar na realização de determinadas posturas.

Onde foram parar os pesosO Conselho Americano para o Exercício Físico define musculação como “exercícios com resistência progressiva com o propósito de fortalecer o sistema músculo-esquelético”, ou seja, uma vez que seu músculo se adapta a uma determinada carga, você deve aumentar a carga para continuar usufruindo dos mesmos resultados. Teoricamente, você pode continuar a aumentar a força e o tamanho de seus músculos para sempre, desde que você continue a aumentar o peso.

No espectro oposto, a prática de Yoga ampara-se na contração excêntrica dos músculos. A resistência é oferecida pelo alongamento dos músculos, assim a resistência aumenta à medida que o músculo alonga. Dentro do método de hatha Yoga proposto por B.K.S. Iyengar, somos solicitados a coordenar os movimentos dos músculos agonistas e antagonistas dentro do Princípio da Intrinsecacidade: em algumas posturas somos levados a contrair músculos que estão sendo alongados (facilitação proprioceptiva neuromuscular) e em outras devemos deliberadamente relaxar os músculos que não estão participando da ação (inibição recíproca).

Já a contração isotônica proporcionada pelas séries de musculação, tornam o músculo mais curto e mais inchado à medida que se contrai. Com o tempo, a ausência de um trabalho equivalente de alongamento deixa o músculo sem definição – com aparência de “bombado” – e, principalmente, sem amplitude suficiente para mobilizar quantidade satisfatória de força.

Yoga - os músculos passam a ser exigidos em uma base alongada.

Yoga – os músculos passam a ser exigidos em uma base alongada.

Essa forma de contração é evitada em Iyengar Yoga. Para realizar posturas que exigem força, somos levados a criar trações internas dos músculos e da pele. Como resultado, os músculos passam a ser exigidos em uma base alongada.

Músculos alongados atingem mais cedo o auge da força, ou seja, funcionam melhor. Essa antecipação se torna viável porque alongar promove uma multiplicação dos sarcômeros (unidades contráteis dos músculos). Os músculos são formados por células bem compridas, as fibras, que, por sua vez, possuem minúsculas estruturas alinhadas, os sarcômeros. Quanto mais dessas estruturas, mais cada fibra consegue se esticar e também mais tempo ela consegue ficar fazendo força. Desta maneira, a prática de Yoga aumenta a resistência.

Por fim, vale destacar que o princípio da musculação visa isolar cada grupo muscular a ser trabalhado, o que é imprescindível para fins específicos como o tratamento de lesões, por exemplo. Enquanto o yoga trabalha o corpo todo o tempo todo, equilibrando e desenvolvendo todos os músculos, simultaneamente, em cada postura.

 

Yoga aumenta a resitência muscular

Yoga aumenta a resitência muscular

Fonte: Estúdio de Yoga & Pilates

Os diferentes estilos de Yoga

Estilos de Yoga - capa

A palavra “yoga” traz vários significados, um deles é “união”. Essa prática atua no treinamento disciplinar do corpo e da mente. Mais que apenas uma atividade física para o corpo, os yogues alcançam a auto-descoberta. Unindo o corpo, a mente e as emoções, somos capazes de agir de acordo com nossos sentimentos e ideias.

Requer disciplina para a prática, condicionamento físico e força de vontade. Com várias técnicas trabalha-se posturas, respiração e relaxamento, em diferentes sequências. É necessário observar bastante quem já faz e ter uma mente flexível, aceitando os limites do corpo.

Como o karatê, a yoga possui vertentes (ou estilos). A variedade é ampla, mas as mais conhecidas são Hatha (também chamada de tradicional), Power, Ashtanga e Iyengar. Todas representam a forma que cada professor fundador do estilo teve para inovar.

Na Índia, cada estilo é uma herança ancestral de uma família diferente. Basicamente não há diferenças entre as ideias e os objetivos de cada vertente, pois todas vieram do mesmo lugar. Porém, elas indicam caminhos variados para momentos diversos da vida de uma pessoa.

Estilos de Yoga - surya-namaskar

Entendendo cada uma:

Hatha Yoga ou Yoga Tradicional – consiste em todas as linhagens que usam exercícios de respiração, posturas, exercícios de limpeza do corpo, meditação e relaxamento. Flexibilidade e a redução de tensões é o foco dessa modalidade. A reeducação respiratória e de relaxamento auxiliam no combate ao estresse. É a melhor opção para quem está há muito tempo parado e pessoas com qualquer tipo de limitação física, como problemas de coluna e coração.

Power Yoga – é um ramo do Hatha Yoga que busca uma prática mais dinâmica. As posições são conectadas por sequências de movimentos, chamadas vinyásas. Uma técnica vigorosa, desafiante e agradável mesmo tempo. Uma combinação de movimentos fluidos acompanhados de uma respiração consciente. O foco principal é o equilíbrio entre exercícios musculares, de flexibilidade e de conscientização corporal. Produz um corpo harmonioso e ágil. As técnicas de relaxamento e meditação encerram a aula revigorando corpo e mente.

Iyengar Yoga – desenvolvida pelo mestre contemporâneo Iyengar, a modalidade prima pelo alinhamento meticuloso entre as várias partes do corpo. Iyengar foi um dos principais divulgadores do uso dos acessórios (blocos, fitas, almofadões) para facilitar a execução correta das posições. Por isso, essa técnica pode ser usada como yogaterapia para amenizar doenças e reestabelecer o equilíbrio e a saúde.

Ashtanga Yoga ou Ashtanga Vinyása Yoga – o método formatado pelo mestre indiano Sri K. Pattabhi Jois. Consiste em sequências fixas de movimentos feitas com fluidez, acompanhados por respirações. Durante a prática, procura-se gerar uma grande quantidade de calor, o que ajuda a purificar o corpo.

 

Fonte: Revista Vida Simples

Yoga e Escalada

Yoga e EscaladaGosto muito de comparar a escalada ao Yôga. Uma das características do Yôga Antigo é ter agregado uma filosofia naturalista, o que se assemelha muito com a proposta da escalada em conviver junto a natureza, se identificando com ela quando se está em uma montanha ou até mesmo em uma falésia ou em algum setor de boulder, etc.

Você já se observou  como seu corpo reage antes de começar uma via, um boulder ou uma escalada qualquer? Mesmo parado, apenas pensando e lendo os movimentos da via, seu corpo já começa a responder com uma respiração acelerada, músculos tensos, trêmulos e seu coração começa a bater cada vez mais rápido. As mãos começam a suar e logo você pega no magnésio para secá-las. Mas não adianta, você está envolvido por um grande medo, ansiedade e nervosismo. Mesmo antes de colocar as mãos na primeira agarra seu corpo já sofreu uma descarga de adrenalina.

Yoga - você reconhece a respiração

Yoga – você reconhece a respiração

Isso tudo ocorre por falta de controle emocional, e veja só que interessante, a emoção está ligada diretamente com a respiração.

Dentro da prática do Yôga Antigo, existe uma parte voltada somente para aprender a respirar corretamente, usando toda sua capacidade pulmonar.

A prática do Yôga Antigo, não se limita em apenas respirar, mais aplicar pránáyáma(expansão da bio-energia através do respiratório), técnica que lhe proporcionará umacaptação de energia vital, essa energia denomina-se prána, sua maior fonte é a energia solar que está contido em diversos alimentos como as frutas, por exemplo.

Muitos escaladores acreditam que quanto mais desenvolvem os músculos, menos flexíveis eles ficam e tem receio de se alongar para não perder sua força muscular. De fato, mais entenda que alongamento é outra coisa bem diferente que flexibilidade.

O SwáSthya Yôga ( pronuncia-se suásthya) possui uma divisão de técnicas que desenvolvem a musculatura de forma extremamente harmoniosa, conferindo domínio até de músculos considerados involuntários, o que contribui para uma melhor performance superior a qualquer esporte, dança ou luta. E ainda garante uma proverbial flexibilidade articular e muscular obtidas mediante eliminação de tensões localizadas, a conscientização de grupos musculares e as permanências maiores no ponto culminante de solicitação. (muitos escaladores ao longo do tempo acabam se lesionando nas articulações dos dedos, joelhos, ombros e costas).

Além de auxiliar com o fortalecimento e flexibilidade muscular o Yôga contribui para dominar o equilíbrio corporal. Normalmente, a um escalador que não usa nenhum recurso para compensar os músculos do seu corpo, em longo prazo perceberá um desvio na coluna, ombros tombados para frente, dores nos dedos, a tendência de ficar com a palma da mão sempre um pouco fechada, e por ai vai.

Yoga desenvolve a musculatura de forma extremamente harmoniosa, conferindo domínio até de músculos considerados involuntários

Yoga desenvolve a musculatura de forma extremamente harmoniosa, conferindo domínio até de músculos considerados involuntários

O aprendizado das posturas de Yoga pode ser utilizado para compensar muitos movimentos da escalada e até estimular regiões do corpo que ainda são fracos. (contudo, não se deve praticar Yôga só pensando em seus benefícios, isso o limitara).

Na escalada é preciso ter muita concentração, desde na colocação de proteção de uma via, na sua leitura, na movimentação e a cada milímetro de deslocamento na parede. A interação com a mente, corpo e a escalada é muito importante para realizar seu objetivo.

As vezes quando se está escalando o mundo parece parar, sua mente se esvazia de todos os pensamentos e você tem a atenção somente para a via que está realizando. Chega até parecer que nada mais existe e que você se transformou na própria pedra.

A meditação é a supressão das instabilidades da consciência, ou seja é a parada dos pensamentos. Quando se chega a este estado, a consciência se expande. Namastê. Yoga e escalada - parada Fonte: Claudia Faria – site Escalada Brasil