Respiração durante a meditação e a finalização da prática  

Mentalizar a cadencia respiratória é a melhor maneira de meditar

Mentalizar a cadencia respiratória é a melhor maneira de meditar

Controle da respiração

A principal finalidade do controle da respiração é tornar mais calmo e refinado um ritmo irregular ou pesado. Quando o corpo estiver imóvel e a respiração controlada, a mente naturalmente se acalmará.

Falamos de “controle” da respiração, mas é importante lembrar que isso se consegue por meio da observação. Querer forçar a respiração a se tranquilizar só trará problemas. A simples observação da respiração é a melhor forma de desacelerar e acalmar seu ritmo.

As fontes chinesas geralmente reconhecem quatro tipos de respiração.

  1. Respiração com vento: o tipo que produz som nas narinas.
  2. Respiração irregular: é silenciosa mas irregular, com interrupções.
  3. Respiração não refinada: é silenciosa e regular, mas não é refinada. Não é tão confortável quanto a do quarto tipo.
  4. Respiração correta: é silenciosa, regular e refinada, além de ser tranquila e agradável. Esse tipo de respiração infunde grande paz na mente e no coração.

A forma mais rápida de conseguir o quarto tipo de respiração é simplesmente pela observação. Se você tentar forçar determinado tipo de respiração, é quase certo que irá fracassar. A paz criada ao redor do praticante durante a meditação crescerá continuamente com a prática. Com o tempo, será possível alcançar paz e serenidade com facilidade. Quando a respiração e o corpo estão tranquilos, a mente tem, por assim dizer, um lugar de onde pode efetivamente contemplar e compreender a si própria. Quando a respiração e o corpo estão em paz, a mente pode entrar em samádi.

A importância da respiração é evidenciada no seguinte trecho de Seis Maravilhosos Ensinamentos, um prestigiado livro sobre meditação que registra uma palestra proferida pelo grande monge Zhiyi (538-597) no Templo Wa-Guan, localizado onde hoje é a Província Jiangsu. Desconhece-se a data precisa da palestra.

meditacao-respirarA “maravilhosa porta do acompanhamento” abre caminho para dezesseis darmas (fenômenos) excepcionais. O primeiro deles é observar a inspiração. O segundo é observar a expiração. O terceiro é observar a extensão das inspirações e expirações. O quarto é observar o ar inspirado preencher inteiramente o corpo. O quinto é eliminar todos os movimentos corporais. O sexto é absorver felicidade na mente. O sétimo é absorver alegria na mente. O oitavo é absorver todas as atividades mentais na mente. O nono é criar felicidade na mente. O décimo é unir todas essas atividades na mente. O décimo primeiro é descobrir libertação na mente. O décimo segundo é contemplar a impermanência. O décimo terceiro é contemplar a dispersão de todas as coisas. O décimo quarto é contemplar a ausência de desejo. O décimo quinto é contemplar a extinção. O décimo sexto é contemplar o perfeito desapego.

Concluindo a meditação

Tão importante quanto o processo de preparação para a meditação é o processo de saída dela. Se simplesmente pularmos do assento e já começarmos a fazer tudo apressadamente, sem uma transição adequada, podemos perder tudo o que foi ganho durante a meditação e até mesmo vir a adoecer.

Ao finalizar a meditação, o corpo merece alongamentos

Ao finalizar a meditação, o corpo merece alongamentos

. Ao terminar a prática, fazemos o movimento oposto – o calmo e tranquilo mundo da luminosa mente interior precisa gradualmente abrir espaço para as necessidades de movimento físico, para a fala e para os pensamentos que nos acompanham ao longo do dia.

Se nos levantarmos abruptamente após a meditação e nos lançarmos de volta ao ritmo do mundo, poderemos sentir dor de cabeça, desenvolver rigidez nas articulações ou algum outro problema físico. Transições descuidadas da meditação para a consciência comum também chegam a provocar estresse emocional ou irritabilidade. Por isso, ao sair do estado meditativo, é importante atentar para os cinco pontos descritos a seguir:

  1. Mude seu foco, trazendo-o para as novas condições

Quando decidir que é o momento de encerrar a meditação, desloque seu foco de atenção do mundo interior para o exterior. À medida que a mente vai voltando a perceber as sensações externas, concentre-se no processo de conclusão da meditação.

  1. Expire pela boca algumas vezes

Ao fazer isso, imagine que os últimos venenos presentes no organismo estão sendo expelidos. Sinta que o corpo inteiro participa do ato de respirar.

  1. Movimente a parte superior do corpo

Ainda sentado, comece por movimentar delicadamente o tronco para a frente e para trás algumas vezes. Depois, faça torções e movimentos com outras partes do corpo, mas sem forçar. Por fim, massageie suavemente seus ombros, braços, mãos, pescoço e cabeça.

  1. Movimente as pernas

Terminada a etapa anterior, comece a movimentar e esticar as pernas devagar, de modo a sentir que elas voltam gradativamente a se mostrar flexíveis e firmes. Atenção: se você fizer a movimentação de modo brusco ou repentino, a sensação será de rigidez e desconforto.

  1. Massageie a pele

Massageie suavemente a pele até sentir um agradável formigamento.

  1. Massageie os olhos

Quando sentir que o corpo e as mãos já estiverem começando a ficar estimulados de novo, massageie delicadamente os olhos até sentir quer a circulação se normalizou. Quando perceber que os olhos estão confortáveis e prontos, abra-os.

  1. Elimine calor

A meditação costuma elevar a temperatura corporal. Tanto assim que há quem transpire durante a prática. Portanto, ao sair da meditação, é importante eliminar o calor ou permitir que ele se estabilize. O corpo pode estar bastante sensível após a meditação. Sensações diferentes devem ser respeitadas e é preciso permitir que o organismo recupere naturalmente sua homeostase.

Ao concluir a prática, é bom refletir sobre a razão pela qual meditamos. A meditação é uma técnica destinada a acalmar nossos pensamentos ilusórios para que a verdadeira sabedoria possa finalmente florescer. À medida que, gradativamente, conseguimos perceber as ilusões da mente, também vai aumentando nossa compreensão da iluminação. Conforme cresce nosso entendimento, intensifica-se nosso desejo pela iluminação. Esse não é um desejo de poder ou de habilidades psíquicas, como os desejos típicos do samsara; mas de aperfeiçoamento da sabedoria e da compaixão. É desejo de levar mais e maiores benefícios para os outros seres sencientes; desejo de se tornar tão benevolente quanto um Buda.

Buda também disse:

Afastar-se de todas as formas exteriores é chamado “meditação” (dhyana). Estar perfeitamente interiorizado e sereno é chamado “samádi”.

A meditação não nos leva a um outro mundo, mas revela as mais profundas e assombrosas dimensões do mundo em que já vivemos. Contemplar calmamente tais dimensões, colocando-as a serviço da compaixão e da bondade, constitui a forma correta de rapidamente auferir ganhos na meditação, assim como na vida.

Fontes: [ templozulai.org.br ][ spm-be.pt ]

Entendendo a função dos exercícios de calistenia

A calistenia é também conhecida como aquecimento. Sua aplicação visa diferentes partes do corpo associando o exercício mais adequado, por exemplo: um praticante de atletismo fará “aquecimento” das pernas com exercícios pertinentes à corrida.

A realização dos alongamentos, trabalhos localizados e o desaquecimento tem um papel muito importante durante as aulas de calistenia, que conjugam técnicas de diversos pontos, entre eles: a dança, a yoga, as artes marciais, a ginástica consciente e o alongamento.

calistenia-movimentoAlguns estudiosos apontam a calistenia como a base de todos os esportes que em algum momento exercem atividades apenas com o próprio peso do corpo. Mas nem todos os esportes consistem apenas em exercícios calistênicos, o que os fazem serem tratados e chamados justamente como outros esportes e por outros nomes.

Pode ser definida como um conjunto de exercícios que tem seu maior interesse nos movimentos de grupos musculares, e menos na potência e no esforço destes músculos. O objetivo assim fica sendo o desenvolvimento da agilidade, da força física e da flexibilidade. Se busca alcançar uma maior contração muscular e que o corpo adquira um alinhamento correto, permitindo modelar o corpo, melhorar a postura e definir um bom contorno corporal.

calistenia-parada-de-maosNas aulas é feito um breve aquecimento e, em seguida, uma série de exercícios são iniciados com um alto número de repetições cada um, enfatizando os braços, o abdome, os glúteos e pernas. Todos exercícios calistênicos são feitos sem pesos ou aparelhos e usam o peso do próprio corpo como resistência.

A atenção não está no trabalho, mas na maneira de fazer o exercício. Pensamos assim em cada movimento, nos músculos que se está trabalhando e se a postura é a correta. Este método de exercício favorece a postura e forma corporal e também reduz consideravelmente o risco de lesões, pois há uma ausência de saltos, rebotes e impactos.

O método e as técnicas utilizadas durante uma aula de calistenia torna esta atividade acessível para qualquer pessoa, já que não existe limites de idade, e inclusive os fisioterapeutas recomendam a calistenia em patologias como a escoliose, a hérnia de disco ou problemas de joelho.

Colocar o corpo em movimento, melhorar a postura, tonificar grupos musculares, elevar a flexibilidade e cuidar as articulações podem ser os motivos que levam a prática da calistenia. Além de queimar gorduras e aumentar a resistência física.

Street Workout - faz uso de barras e outros equipamentos como pesos, bolas e argolas

Street Workout – faz uso de barras e outros equipamentos como pesos, bolas e argolas

Há ainda, uma associação da calistenia ligada ao uso de barras e aos treinos voltados para hipertrofia muscular, que nos parece mais conectada ao termo Street Workout (devido ao seu objetivo), e devido também ao uso de alguns equipamentos como as próprias barras fixas e paralelas, pesos adicionados através de coletes e cintos, bem como muitos outros materiais que podem ser adicionados como argolas, elementos da ginastica olímpica, pole dance e etc.

Fontes: [ wikipedia.org ][ calistenizacao.com.br ][ priberam.pt ]

Postura do corpo durante a meditação

O que é a meditação que praticamos sentados? Ela consiste em nos afastar de todas as distrações externas e acalmar a mente. A isso damos o nome de “sentar”. Observar a natureza interior em perfeita calma é o que chamamos de “meditação” (Huineng)

Aprendendo a controlar o corpo durante a meditação

Ao examinarmos as posturas de meditação apresentadas nas grandes tradições espirituais, salienta-se que todas elas têm uma coisa em comum – a estabilidade inabalável de uma montanha ou árvore. As posturas baseiam-se numa base ampla, que parece estar profundamente enraizada na terra.

Os cinco Budas da Meditação

Os cinco Budas da Meditação

Ao analisarmos os sete aspectos do Buda Vairochana sentado (o centro dos cinco Budas da Meditação) entendemos melhor a formação do alicerce da meditação budista. Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura. Ele governa sobre o elemento éter e incorpora os aspectos da consciência.

Buda Vairochana Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura.

Buda Vairochana
Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura.

  1. A postura de lótus

Considera-se a postura de lótus completo (pernas cruzadas em que os pés ficam sobre as coxas, logo acima dos joelhos) a melhor para meditação, porque ela é muito eficaz para estabilizar o corpo.

Caso seja incômoda, adota-se o meio-lótus (pernas cruzadas em que apenas um pé é colocado sobre a coxa, enquanto o outro permanece sob a outra coxa) e, se tampouco esta se mostrar confortável, pode-se sentar em uma cadeira ou banquinho de meditação.

Independentemente da postura escolhida, a coisa mais importante é que a coluna esteja ereta e não apoiada em nada.

  1. Posição das mãos

Depois de se colocar na postura sentada, o praticante deve repousar as mãos confortavelmente no colo, com o dorso de uma sobre a palma da outra. A ponta dos polegares deve se tocar levemente. Esse gesto é ótimo para a circulação de energias do organismo e é chamado Darmadhatu mudra.

  1. Posição da coluna

A coluna é o principal centro nervoso do corpo, onde as energias das extremidades se reúnem, e, portanto, é importante que ela fique ereta durante a meditação. Quem tem costas fracas ou não está habituado a sentar-se sem apoio talvez necessite de algum tempo para se acostumar.

A coluna deve ficar ereta durante a meditação, mas não rígida, tesa ou artificialmente ereta. Acima de tudo, a postura de meditação deve suscitar uma sensação de relaxamento e comodidade. Não leva muito tempo para se aprender a gostar do ato físico de se sentar para meditar.

posturas-corretas-e-incorretas-para-meditacao

  1. Posição dos ombros e do peito

Os ombros devem ficar confortavelmente abertos, em posição tal que permita o relaxamento do peito e deixe a respiração fluir suavemente.

  1. Posição do pescoço e da cabeça

Manter a cabeça e o pescoço eretos. As orelhas devem estar alinhadas diretamente sobre os ombros, pois dessa forma, a inspiração poderá fluir suavemente pelo nariz em seu caminho para os pulmões e a circulação por todo o abdome será excelente.

Atenção aos músculos da nuca: se estiverem relaxados e bem alinhados, eles levarão as costas à posição correta com a maior facilidade.

  1. Boca

Os maxilares e os lábios devem ficar levemente cerrados. A ponta da língua será mantida suavemente atrás dos dentes superiores.

  1. Olhos

Em regra, é melhor que os iniciantes em meditação deixem os olhos ligeiramente abertos e fixem o olhar em um ponto imaginário à sua frente numa distância de no máximo um metro. Assim, evita-se a sonolência.

meditacao-posicao-das-maos PONTOS COMPLEMENTARES 

Achando a posição mais adequada

Faça algumas torções da coluna para ambos os lados e depois fique imóvel. Caso a postura ainda não esteja confortável, torça novamente e observe. É muito importante manter a imobilidade durante a meditação. Movimentos eventuais são tolerados, mas o meditador precisa se esforçar para ficar totalmente imóvel por longos períodos de tempo.

O assento

Utilize uma almofada ou colchonete confortável, que não escorregue nem se deforme facilmente, ao se sentar em lótus ou meio-lótus. A boa almofada é larga o suficiente para apoiar pernas e joelhos e tem espessura de cerca de quatro dedos.

Se essa posição não for confortável, recorrer a um banquinho próprio para meditação, ou à borda de uma cadeira ou cama dura. A posição é muito importante na meditação. O corpo e os hábitos das pessoas são tão diferentes que é impossível definir apenas uma ou duas regras para o sentar-se.

Vale lembrar que, o conforto e coluna ereta sem apoio, são os elementos fundamentais da boa postura para a meditação.

Se o clima estiver frio

A circulação se desacelera durante a meditação; portanto, é fundamental manter os joelhos aquecidos. Se o clima estiver frio, os joelhos devem ser cobertos com uma manta ou toalha.

Acerte a respiração

Repita o seguinte exercício três vezes: inspire pelo nariz e expire pela boca. Ao expirar, imagine que está eliminando toxinas e impurezas de seu organismo. Tanto a inspiração como a expiração devem ser lentas e conscientes.

Quem ainda não se sentir relaxado após o exercício deve repeti-lo.

Rosto

Assim como todas as outras partes do corpo, o rosto deve ficar relaxado. Um sorriso muito sutil, desde que natural, é uma boa expressão facial para a meditação. O rosto não deve ficar rígido ou severo.

 

O samádi (estado de total concentração da mente) é como a água pura e limpa, pois lava todas as impurezas.

Tratado sobre a Perfeição da Grande Sabedoria

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Fontes: [ templozulai.org.br ][ spm-be.pt ]

6ª Parte Chakras –

Chakras e sua importância - mãosEntendendo melhor sobre cada um deles

Assim como há a anatomia do corpo físico, podemos perceber também uma anatomia espiritual (ou sutil) no Ser Humano. Nela estão inúmeros chakras e centros energéticos. Dando continuidade ao artigo Chakras – entendendo sua importância, começamos uma série de artigos onde ressaltaremos os 12 principais Chakras de nosso corpo, mostrando as características de cada um deles.

12 prinicpais ChakrasAbaixo trazemos os dois últimos destes vórtices que funcionam como usinas geradoras de energia do corpo:

Símbolo chakra sexual

Símbolo chakra sexual

11- Chakra Sexual

Localizado na frente da região púbica e dos órgãos reprodutivos. É responsável pela vitalidade sexual, pela procriação e, indiretamente, pela criatividade.

Há uma relação direta entre a energia sexual, a criatividade e o sucesso. As pessoas criativas, em geral, são sexuais por natureza e com tendência a serem inteligentes, inovadoras e artísticas. Um senso de humor bem desenvolvido também é uma expressão de criatividade e está relacionado à energia sexual.

O magnetismo pessoal pode ser melhorado pela força do centro sexual, juntamente com a energia magnética do coração. Em muitas instâncias, o sucesso e a realização estão relacionados ao carisma pessoal e a uma presença magnética que desenvolve a liderança motivacional e o poder de influenciar.

Há uma técnica para usar a energia do centro sexual para energizar o cérebro e a mente, a fim de prevenir a derrocada senil que chega com a idade. Não seria ótimo envelhecer mantendo-se jovem, ter apelo sexual e ser mentalmente brilhante até o último suspiro?

Símbolo chakra básico

Símbolo chakra básico

12- Chakra Básico

Fica na região do cóccix, no final da coluna. Ele governa a vontade primária de sobreviver e a capacidade de materializar objetivos.

Esse centro energético também está associado à força e à saúde dos quadris, pernas, joelhos, pés, músculos e ossos. É necessário para uma perspectiva de vida prática e assentada, que equilibra realização espiritual e sucesso material.

O Chakra Básico controla e regula o reparo e a regeneração dos tecidos do corpo, os sistemas muscular e a coluna vertebral.

É muito importante pela saúde física e pelos instintos de sobrevivência material.

Também está diretamente relacionado aos Chakras Ajna, Meng Mein (Posterior do Umbigo), Umbigo, Sexual e o Períneo, qualquer fraqueza no Chakra Básico todos eles serão afetados diretamente.

 

Veja também:

 

Namastê.

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5ª Parte Chakras – Umbigo e “Meng Mein”

Fortalecendo os chakrasEntendendo melhor sobre cada um deles

Assim como há a anatomia do corpo físico, podemos perceber também uma anatomia espiritual (ou sutil) no Ser Humano. Nela estão inúmeros chakras e centros energéticos. Dando continuidade ao artigo Chakras – entendendo sua importância, começamos uma série de artigos onde ressaltaremos os 12 principais Chakras de nosso corpo, mostrando as características de cada um deles.

12 prinicpais Chakras

Abaixo trazemos mais dois destes vórtices que funcionam como usinas geradoras de energia do corpo:

9 – Umbigo 

Chakra muito utilizado por mestres de meditação, das artes Marciais e também pelos praticantes de Yoga, conhecedores de técnicas meditativas avançadas.

Quando adequadamente ativado, ele pode melhorar:

  • A força interna para resistência e o rejuvenescimento do corpo físico;
  • A absorção, assimilação e circulação da vitalidade interna como reserva de força;
  • A velocidade, os instintos e a agilidade nas reações físicas e movimentos;
  • Bons instintos e inteligência na tomada de decisões;
  • Potência sexual;
  • Melhora do desempenho para atividades físicas;
  • Melhora na tomada de decisões também nos negócios.

 

10 – Chakra Meng Mein

Também conhecido como Posterior do Umbigo, pois está nas costas, seguindo na direção do umbigo. Controla a glândula supra renal e os rins. Geralmente não é mencionado em textos de Yoga, mas os chineses o utilizam principalmente nas artes marciais.

Esse chakra tem uma função muito importante na ativação da energia interna, pois ajuda a energia circular na direção ascendente. Funciona como um bombeamento de energia do chakra básico para os chakras superiores. Também está diretamente relacionado ao Chakra Sexual.

Se esse centro for excessivamente ativado, a pressão arterial pode aumentar (esse é o perigo de usá-lo). Não se deve tentar energizar esse centro, a menos que seja um especialista na ciência da cura avançada (Terapia Prânica) e que saiba como inibir o Chakra Posterior do Umbigo ou Meng Mein se este for excessivamente despertado.

Veja também:

Namastê.

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4ª parte Chakras – Plexo solar e Baço

Chakra Plexo Solar - simboloChakras entendendo melhor sobre cada um deles

Assim como há a anatomia do corpo físico, podemos perceber também uma anatomia espiritual no Ser Humano. Nela estão inúmeros chakras e centros energéticos. Dando continuidade ao artigo Chakras – entendendo sua importância, começamos uma série de artigos onde ressaltaremos os 12 principais Chakras de nosso corpo, mostrando as características de cada um deles.

12 prinicpais Chakras

Abaixo trazemos dois destes vórtices que funcionam como usinas geradoras de energia do corpo:

Chakra Plexo solar7 – Chakra Plexo Solar

São dois pontos energéticos, o Anterior no final do Esterno ou processo xifoide e seguindo na mesma direção o Posterior. São centros responsáveis pela paixão, pelo desejo e pelas emoções inferiores, tanto positivas quanto negativas. Estimula a energia da coragem, do compromisso e da determinação, as três qualidades importantes para obtermos sucesso em nossos objetivos.

Controla os órgãos internos na área abdominal, incluindo o diafragma e o pâncreas. Também funciona como distribuidor das energias (Pranas) inferiores e superiores. Esse centro também acumula o estresse, o medo, a raiva, o nervosismo e os sentimentos de culpa.

O chakra do plexo solar exige atenção e precisa estar sempre em equilíbrio. Sua energia também exacerba a ganância e o egoísmo, características contrárias às necessárias para se alcançar a realização na vida.

Com a ajuda do chakra Cardíaco, ativado e bem desenvolvido, podemos transformar o impacto negativo do Chakra do Plexo Solar.

Este Chakra é o primeiro a ser afetado para quem faz uso de drogas lícitas ou ilícitas:

Álcool O desejo incontrolável de beber deve-se á existência de grandes elementais encravados no Chakra do Plexo Solar, no Laríngeo e no secundário do Laríngeo. O tamanho desses Elementais varia e, em alguns casos, pode atingir de 8 a 10 cm de diâmetro.

Drogas Ilícitas No caso desses dependentes, os elementais são ainda maiores e mais fortes. Além de fendas, a rede elétrica dessas pessoas tem grandes perfurações ou buracos. As redes protetoras dos chakras do Plexo Solar, do Laríngeo, do secundário do Laríngeo, Ajna e da Coroa estão furados. Como consequência, a pessoa tem alucinações visuais e auditivas. As redes protetoras dos Chakras menores das Orelhas também são afetadas. Se o paciente é agitado e não consegue dormir, a rede protetora do Chakra da Base também já foi afetada. Os pacientes viciados de uma forma geral têm o corpo energético exaurido, os Chakras da Base, do Umbigo, do Baço e do Plexo Solar estão com depleção. Esse é um dos principais motivos por que os dependentes de drogas sentem impulso incontrolável para usá-las.

 

Absorvendo ar - pranayama8 – Baço

Esse centro é um gerador de vitalidade e ajuda o corpo físico a purificar suas toxinas. É um chakra muito importante para a manutenção da boa saúde.

Está localizado logo abaixo da cavidade da costela, à esquerda do estômago. Quando esse chakra está fraco, as pessoas tendem a serem depressivas e seu nível de energia é afetado até por condições climáticas ruins, principalmente se houver pouca exposição ao sol.

O centro do Baço precisa definidamente estar ativo sempre, psicológica e espiritualmente, e saudável para obter grandes resultados na vida. É responsável pela absorção do ar, digerindo esse Prana em muitas cores e distribuindo-as para os outros chakras, através de diferentes Nadis (como se fossem as veias sutis) ou Meridianos.

Veja também:

Namastê.

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3ª parte Chakras – Laríngeo e Cardíaco

Chakras LaringeoEntendendo melhor sobre cada um deles

Assim como há a anatomia do corpo físico, podemos perceber também uma anatomia espiritual (ou sutil) no Ser Humano. Nela estão inúmeros chakras e centros energéticos. Dando continuidade ao artigo Chakras – entendendo sua importância, começamos uma série de artigos onde ressaltaremos os 12 principais Chakras de nosso corpo, mostrando as características de cada um deles.

12 prinicpais ChakrasAbaixo trazemos mais dois destes vórtices que funcionam como usinas geradoras de energia do corpo:

5 – Chakra Laríngeo

O Chakra Laríngeo controla e comanda a Glândula Tireoide, que fica no meio da garganta. Estritamente associado à objetividade e à praticidade. É o centro da expressão da mente concreta, relacionado à inteligência concreta e ao discernimento.

Um centro de força Laríngeo bem desenvolvido é requisito para a transformação de ideias em planos, praticar atividades organizadas e resultados. Se esse centro for desenvolvido em excesso, sem considerar o coração, a pessoa se torna excessivamente crítica e muito meticulosa.

Chakras Cardíaco6 – Chakra Cardíaco

São dois pontos, o Anterior, mais ou menos no meio do osso Esterno (um osso chato, plano e ímpar que apresenta 3 partes: manúbrio, corpo e processo xifoide) e seguindo na mesma direção o Posterior.

O chakra Cardíaco Anterior controla e comanda a Glândula Timo, o sistema imunológico e o coração em termos físicos. Já o Chakra Cardíaco Posterior controla o pulmão.

Em geral, estes dois pontos são os centros de forças mais familiar às pessoas. Está relacionado à inteligência emocional, ao carisma e à natureza do amor. As faculdades do amor, compaixão, altruísmo e benevolência utilizam o centro cardíaco, especialmente guiado pela natureza do amor incondicional estimulada pelo Chakra Coronário.

Esse centro do amor se expande, ou se contrai, de acordo com a atividade e a emoção projetadas ou recebidas pelo indivíduo. Quando nos apaixonamos ou fazemos coisas boas para os outros, sentimos uma sensação aconchegante e agradável na região do peito, do mesmo modo quando uma pessoa fere a outra, o peito fica pesado, contraído e fechado.

Ao ativar esse centro, pode-se sentir amor, paz, felicidade e inclusive adquirir naturalmente a capacidade de perdoar os outros.

Veja também:

Namastê.

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